93 comentários

  1. Priscila Wenderroschy · fevereiro 2

    AJUDOU MUITO! Obrigada ❤

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    • Gabriella Rebeca · fevereiro 2

      🙂

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      • Víctor César · março 15

        Mas aqui, e quando meu prologo narra algo que aconteceu antes na historia? Tipo uns 15 bilhões de anos antes? Ou dois mil dependendo de quem é o ponto de vista.

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        • Gabriella Rebeca · março 15

          Sem problema, desde que algo relacionado ao prólogo em algum momento seja recordado no enredo da história. 🙂

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  2. Jeferson Santos · janeiro 15

    Obrigado!
    Já estamos em 2019 e seu artigo continua a ser muito útil.

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  3. MAURINEA APARECIDA DOS SANTOS · janeiro 6

    Me ajudou muito.
    Obrigada.
    Estou escrevendo a biografia de um amigo.

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  4. ana cristina · junho 9

    AJUDOU DEMAIS. QUE BOM QUE LI SEU POST. SUPER OBRIGDA

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  5. Pingback: A estrutura de um livro | f7 para escrever
  6. Costa Filho · abril 1, 2018

    Realmente seu artigo é bem esclarecedor. Muitas dúvidas pude tirá-las aqui. Seu diferencial é, além de uma objetividade educada, também o retorno com respostas e esclarecimentos aos seus leitores. Isso é bom.
    Em um livro meu (romance) que estou finalizando em formatação, pus três comentários pré-textuais de amigos gabaritados, na seguinte ordem: “Prefácio”, outro que denominei “Sobre a obra” e um terceiro “Uma palavra (de leitor)”. O que você tem a dizer sobre isso? Pode? estão no lugar certo? tenho que mudar os títulos? Os textos são curtos, cerca de uma lauda cada um. Penso que em se tratando de obra literária, as partes não sejam tão fechadas como num trabalho científico. E então?

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    • Gabriella Rebeca · abril 5, 2018

      Olá, Costa Filho!
      Muito obrigada.
      Como sabemos, o prefácio é a “vitrine” de um livro, um texto escrito pelo autor ou por terceiros (que o leram), dando sua opinião sobre o livro e instigando o leitor a ler a obra. Temos que verificar se o prefácio é realmente necessário e se está coerente com o que o leitor vai encontrar no livro, pois prefácios não são obrigatórios. Acho interessante você dar títulos a eles, isso pode fazer o leitor não pular essa parte do livro.
      Sobre os títulos, um exemplo: Prefácio 1; Prefácio 2 – Sobre a obra; Prefácio 3 – Uma palavra (de leitor). Mas isso fica a seu critério.
      E é isso mesmo, prefácios têm que ser, de preferência, curtos, já a ordem em que se encontram é você que define.
      Espero ter ajudado.
      Abraço.

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  7. Pingback: 5 coisas que você não é obrigado – Leitura de Buzão
  8. Luís Augusto Rodrigues Domingues · dezembro 18, 2017

    Boa tarde.
    Acabei de encontrar o blog. Muito interessante! A postagem foi esclarecedora.
    Uma dúvida:
    Pretendo publicar uma obra portuguesa (sim, no sentido de lusitana), cujo autor não sou eu. A obra tem quase 300 anos e está disponível no Google Books. Meu trabalho foi transcrever para o português moderno e simplificar minimamente alguns períodos, para deixar mais compreensível para o leitor atual, mas nada de deturpar sentido, etc.
    Ela não tem edições modernas e realmente só tenho esta digitalizada, do séc. XVIII, na web.
    Não sou autor, nem tradutor, o que sou eu? Rsrsrs. Organizador? Autor secundário? Como devo constar em ficha catalográfica e coisas do gênero?
    Posso escrever um prefácio falando de como encontrei a obra, algo sobre o autor, algo sobre o tema e o trabalho que tive?
    Ficarei muito grato se puder responder-me.

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    • Gabriella Rebeca · dezembro 23, 2017

      Olá, Luís! Que interessante sua pergunta. Você pegou um livro de outro autor e o adaptou para torná-lo atual, sem tirar a essência do livro, pelo que entendi. Às vezes abrimos um livro escrito há muitos anos e lemos, “escrito por Julio Verne e adaptado por Edy Lima”, no exemplo do livro A volta ao mundo em 80 dias. Nesse caso, Luís, você é um adaptador.
      Há outros tipos de adaptações também: adaptação para o público infantil, juvenil, para o teatro ou para filmes, adaptação para novela, comédia etc. Para cada tipo existe uma técnica, como por exemplo, na adaptação para o público jovem, a narrativa precisa ser breve, sem descrições longas ou diálogos extensos que deixem esse público entediado.
      E pode sim escrever um prefácio. Espero ter ajudado, Luís. Obrigada. Volte sempre.

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  9. Felipe Calabrez · dezembro 18, 2017

    Obrigado pelas dicas, estava procurando justamente que ordem devo inserir em meu livro o prefácio e o prólogo, pelo que escreveu, o prefácio vem antes do prólogo correto?

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  10. carloshasser · dezembro 7, 2017

    Parabéns, muito bom: objetivo e esclarecedor! Estou escrevendo uma novela para participar de um concurso e foi útil para mim. Obrigado e sucesso.

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  11. Rachel · agosto 28, 2017

    Olá, Gabriella! Eu posso comentar, na introdução, o prefácio escrito por um convidado?

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    • Gabriella Rebeca · setembro 5, 2017

      Veja se entendi bem: Se você pode fazer um comentário na introdução a respeito do prefácio?
      Rachel, você pode escrever sobre o prefácio nos agradecimentos ou numa dedicatória, que deve ficar logo no começo do livro.
      Já a introdução faz parte da história, é o que fará o leitor prender-se ao seu livro.
      Espero ter ajudado.

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  12. emmyoliveiracde · agosto 9, 2017

    NOSSA! AJUDOU MUITO OBRIGADA! ^^

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  13. Fabiano Moreno · agosto 6, 2017

    Olá, muito obrigado pela explicação me ajudou muito e entendi tudinho. Só tenho uma pergunta. Estou escrevendo uma trama sobre suspense e mistério e escrevi um texto que se encaixa muito como um Prefácio e pretendo usá-lo como tal. Mas no final da minha história eu gostaria de colocar um Epílogo para deixar uma expectativa para uma continuação. Eu posso colocar um Prefácio e um Epílogo em uma mesma história?

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  14. Kai · junho 13, 2017

    Olá! Seu post super me ajudou! DE CORAÇÃO, MUITO OBRIGADA! Mas eu tenho ainda uma dúvida sobre o Prólogo. Existe algum limite de páginas quando se escreve um Prólogo?

    Beijos

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    • Gabriella Rebeca · junho 13, 2017

      Obrigada, Kai. Como o Prólogo faz parte da história o número de páginas pode variar, você pode escrever uma ou duas páginas, doze ou mais se quiser, isso vai depender das informações que irá escrever nele, se é a descrição de um cenário, um personagem ou um ou mais acontecimentos, enfim, não há um número determinado de páginas, isso é você quem decide. Espero ter esclarecido. Boa escrita. 🙂

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      • Kai · junho 13, 2017

        Muitíssimo obrigada por esclarecer minha dúvida Gabriella, você é um amor!

        Eu realmente sou muito leiga sobre livros, formatação e termos.

        Estou escrevendo um livro terror/fantasia, porém, eu não leio livros (o que cria uma situação um tanto estranha, a garota que não lê livros quer escrever um), estou completamente perdida. Eu apenas escrevo fanfics (há cerca de 3 anos), e meus conhecimentos sobre personagens sombrios são apenas das minhas “experiências” em jogar RPG há cerca de 10 anos, e filmes de terror.

        E agora, eu senti a imensa necessidade de escrever um livro com uma história na qual criei em minha mente com minha OC, e guardo isso em minha cabeça há uns 3 anos.

        Me indicaram começar a ler obras de Stephen King, ou qualquer outro livro da editora DarkSide para adquirir conhecimento e ter referencias marcantes. Bom, eu comecei a ler “Desespero” de Stephen King.

        Porém, tenho uma outra dúvida que me assombra em relação ao Prólogo. Desculpa abusar da sua boa vontade, mas eu não sei se estou fazendo o prólogo de maneira correta. Nele eu escrevi um fato de que acontece há 15 anos passados. Esse fato serve para explicar o motivo do porquê o mundo se transformou no que é (no caso, o mundo onde acontece a história principal). Pois no meu ver, se eu começar a história sem explicar as razões do universo que eu criei ser de tal maneira, a história fica um tanto “forçada” e diversas ações/pensamentos/ideologias, ficarão sem sentido algum.

        Porém, nesse Prólogo, acontece com 3 personagens (onde eu detalhei nomes, aparência e um breve passado de cada um, e também expus as razões de suas ações), mas estes 3 personagens morrem no próprio Prólogo, e nem se quer são mencionados na história principal, eles são pessoas aleatórias que servirão apenas para criar a situação e ambiente em que a história principal irá ocorrer.

        Essa é minha dúvida. Esse tipo de Prólogo (dando detalhes em personagens que nem se quer irão aparecer na história principal), é errado ou é válido?

        Perdão pelo texto imenso e pelo meu desespero.

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        • Gabriella Rebeca · junho 14, 2017

          Obrigada mais uma vez, Kai. Uau, interessante. 🙂 É válido sim, mas se achar estranho, de alguma forma, seria legal inserir algo no meio da história que tivesse algum vínculo com o Prólogo, um objeto, um lugar, enfim, eu sempre repito comigo que cada cena tem que ter uma razão de existir, a razão do seu Prólogo, pelo que entendi, é explicar porque o mundo que você criou se tornou o que ele é atualmente, então é válido.
          Agora, leia muito, não só para ter mais ideias, mas para aprender com os livros, como fluem os diálogos, a coerência da história, como alguns mistérios surgem e quando são solucionados, por isso é importante reler a história para não deixar pontas soltas e assim deixar o leitor satisfeito.
          Kai, é sempre um prazer responder as dúvidas dos leitores, pode perguntar e leia as outras postagens do blog, podem ajudar também.
          Obrigada.

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  15. Thiago Silva · maio 5, 2017

    Muito Bom! Claro demais…

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  16. ELAINE LOURES · abril 24, 2017

    Bem claro e objetivo. me ajudou bastante

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  17. Suellen Marques · março 30, 2017

    Obrigada! Amei!

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  18. Laísa Melo · março 8, 2017

    Muito obrigado! Realmente não sei o que faria sem essa postagem! Tinham outros sites falando, mas esse aqui está tão bem explicado que posso dizer adeus as dúvidas! Me ajudou tanto que me deu até umas ideias pro meu “livro virtual”. Bem, sou uma criança mas adoro ler e descobri o Wattpad; uma plataforma virtual onde você pode fazer livros e ler os das outras pessoas! Amo muito Agatha Christie e meu livro será dedicado a ela, pois é inspirado (nada de cópia) em uma mistura dos seus romances policias. E você pode até pensar que minha ideia veio da imagem, que eu teria imaginado uma cena, etc. Mas não é nada disso, na verdade, é até meio inusitado, pois minha ideia veio de toda vez no final da explicação de um dos itens você escrever “Todo livro precisa de um Prólogo/Epílogo/Prefácio/Posfácio? Não”. Apesar de você ficar “que que isso tem a ver?” isso me ajudou a definir uma personalidade. E se você não está entendendo bulhufas, recomendo que se inscreva no Wattpad e talvez não muito em breve, não sei, eu o publique. Aqui vai minha conta para você procurar de vez em quando e ver se tem alguma novidade: SrtaPudden. Claro que você não é obrigada a ir, etc., etc., só se tiver interesse, etc., etc…! Esse com certeza foi o maior comentário, porque sou daquelas que ama escrever (principalmente DIGITAR, escrever cansa muito ksksksksks). Maaas, espero que você continue sempre fazendo essas postagens maravilhosas e quem sabe em breve a gente se vê por ai. 😉

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    • Gabriella Rebeca · março 8, 2017

      🙂 Obrigada, Laísa!
      Claro que tenho interesse em ver sua conta.
      Talvez por falta de tempo eu tenha deixado as postagens em segundo plano, realmente a vida anda muito corrida, mas sempre estou respondendo aos comentários e procurando atualizar as postagens para torná-las ainda mais claras para vocês que visitam este blog.
      Sucesso no seu livro virtual. Gostaria de ler e, se quiser, ajudá-la a divulgar aqui.
      Volte sempre. 🙂

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  19. Rayre · fevereiro 4, 2017

    Adorei, parabéns!

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  20. Marllon Vilano (sandolkakos) · janeiro 23, 2017

    Muito obrigado pelas explicações. Estou escrevendo a estória de um jogo. Você acha que seria correto eu falar que o vídeo de final (quando o player “zerou” o jogo) é o Epílogo do jogo?

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    • Gabriella Rebeca · janeiro 25, 2017

      Eu que agradeço Marllon.
      Bom, lembrando do exemplo do jogo Hitman Absolution, em que o próprio jogo tem um prólogo e um epílogo, não vejo problema em chamar esse vídeo final de Epílogo. Não esqueça de deixá-lo bem instigante. 🙂
      P. S. Gostaria de ler depois.

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  21. Fernando Pires · janeiro 20, 2017

    Muito bom. A linguagem ficou bem acessível. Vou usar seu texto em sala de aula. Adicionarei somente a “Epígrafe”.

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  22. Alexis Campos · janeiro 12, 2017

    Olá, Gabriella! Gostei muito do seu post. Vou publicar um livro de Crônicas. Uma professora de Literatura da Faculdade escreveu o Prefácio. Entretanto, eu gostaria de escrever um pequeno Posfácio, explicando o porquê da minha fascinação por esse gênero textual, além de umas pinceladas sobre aspectos dos textos. Você falou pouco sobre o Posfácio. Apesar de estar em quase desuso, você acha que isso poderia “atrapalhar” o livro? Caso resolva colocar, como você me aconselharia a fazê-lo? Existe outro nome, outra estrutura, etc, que possa utilizar? Desde já agradeço.
    Alex

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    • Gabriella Rebeca · janeiro 15, 2017

      Olá, Alex! Que bom que gostou. Desculpe pela demora.
      Pelo pouco que você explicou, o posfácio que pretende escrever não vai atrapalhar o seu livro.
      Você poderia escrever esse texto até mesmo como um Segundo Prefácio, mas isso pode fazer o leitor pular ou ficar com preguiça de ler o livro, então não recomendo.
      Também não esqueça de inserir um agradecimento à professora de Literatura.
      Se ainda restar dúvidas é só perguntar.
      Obrigada e volte sempre.

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  23. Thauany Aparecida · dezembro 31, 2016

    Ajudou muuuito!

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  24. Bruno Lins · dezembro 28, 2016

    Muito obrigado. fiquei feliz ao saber que eu estava certo. obrigado mesmo!!!

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  25. Ricardo de Oliveira Silva · dezembro 23, 2016

    Ajudou demais, muito obrigado!

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  26. Lívia · dezembro 17, 2016

    Ajudou muito mesmo!!!

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  27. taynara · dezembro 17, 2016

    ajudou muito obrigado.

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  28. Luiz F Zulian · dezembro 16, 2016

    Ajudou muito. Obrigado =)

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  29. George Guilherme Garcia da Silva · dezembro 6, 2016

    Nossa, ajudou muito!! Obrigado 1000 vezes, feliz natal xD!!!

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  30. Nelson Grisard · agosto 13, 2016

    Parabéns, bom texto. Copiei. Mas, concordo com o Ramed sobre explicitar a diferença entre prólogo e prefácio.

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  31. Mariana Sá · agosto 2, 2016

    Se eu estiver a escrever um livro, eu posso colocar um prefácio no início e no fim um epílogo? Ou apenas posso colocar prólogo com epílogo e prefácio com posfácio?

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    • Gabriella Rebeca · agosto 3, 2016

      Olá, Mariana! Obrigada pela sua visita.
      Interessante sua pergunta. Bom, fica a seu critério, já que não existe regra para isso.
      🙂

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  32. silverio · julho 18, 2016

    muitissimo obrigado

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  33. Jean Robert Amorim dos Santos de Lacabanne · julho 6, 2016

    Pretendo escrever um livro e esse post foi-me de grande ajuda. Obrigado!

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    • Gabriella Rebeca · julho 7, 2016

      Eu que agradeço, Jean. Volte sempre.

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      • Beto Alves · julho 8, 2016

        Gostei. Foi muito explicativo. Sugiro que em novos posts, seja dito o tamanho do prefácio/posfácio. Se uma página, duas páginas…existe regras para isso?

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        • Beto Alves · julho 8, 2016

          Gostei. Foi muito explicativo. Sugiro que em novos posts, seja dito o tamanho do prefácio/posfácio. Se uma página, duas páginas…existe regras para isso?
          Recentemente fiz um prefácio em uma página e meia…

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          • Gabriella Rebeca · julho 9, 2016

            Olá, Beto.
            Não há um regra que diz quantas páginas deve ter um prefácio ou um posfácio, mas, por se tratar de um texto escrito pelo escritor ou por terceiros, é indicado que não seja muito extenso, pois pode deixar o leitor com preguiça de lê-lo.
            Obrigada pela visita. Volte sempre. 🙂

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  34. Verônica · julho 2, 2016

    TE AMO!!! ashuahsuhaus brincadeiras a parte, muito clara e objetiva. Obrigada 😀

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  35. mcfsantos69 · junho 27, 2016

    Republicou isso em O céu não é o limitee comentado:
    Explicação simples, clara e objetiva! Parabéns!

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  36. Lucas Filho · junho 20, 2016

    Olá Gabriella.

    Me chamo Lucas Filho e estou iniciando minha vida junto as letrinhas. Tomei a liberdade de copiar trecho de sua postagem em meu blog fazendo referência a sua autoria e link para seu blog.
    Obrigado: http://lucascoe-acidade.blogspot.com.br/2016/06/prologo-prefacio-epilogo-e-posfacio.html

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    • Gabriella Rebeca · junho 21, 2016

      Olá, Lucas.
      Muito obrigada pela referência ao f7, te desejo tudo de bom na sua jornada junto às letrinhas. 🙂
      Gostei muito da sua postagem.

      P.S. Seu prefácio pode ser mais trabalhado.

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  37. Crystal Waters · junho 16, 2016

    Foi de grande ajuda. Obrigada!

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  38. nathaly · junho 1, 2016

    Esclarecedor! Adorei, vou fazer o posfácio do livro do meu amigo e me ajudou muito rs

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  39. Leonardo D'Calves · maio 26, 2016

    Valeu pelo post!
    É o primeiro livro que estou escrevendo (é de poesias), e estava pensando se meu professor de literatura poderia escrever o prefácio, mas com teu post sanei minha dúvida!
    Valeu!

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  40. Pedro · abril 3, 2016

    Todos deveriam ler seu blog, não? kkk. Gostei muito, obrigado!

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  41. Caroline Wenceslau · março 28, 2016

    Muito esclarecedor, me ajudou bastante obrigada!

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  42. Juan Aragon · março 12, 2016

    Tenho a seguinte dúvida: que nome deve ser dado a uma interrupção da sequência normal de narração de um livro ocorrida no meio? Preciso de algo semelhante ao prólogo e ao epílogo, mas que ocorre no meio, interrompendo momentaneamente a narrativa sequencial.

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    • Gabriella Rebeca · março 13, 2016

      Olá, Juan.
      Interessante você levantar essa questão.
      Essa interrupção pode ser através de um capítulo,
      se você estiver escrevendo o seu livro dessa forma, deixando bem claro para o leitor que aquele capítulo narra
      uma cena à parte. Isso pode ser feito dando à narrativa desse trecho do livro uma atmosfera diferente ou mudando de terceira
      pessoa para primeira pessoa ou vice versa. Uma dica interessante é dar subtítulos aos capítulos.
      Inclusive, alguns livros e séries possuem cenas que interrompem a sequência da história, mas que não atrapalham a mesma. Espero ter lhe ajudado.

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      • Tamires · agosto 9, 2016

        Ocorreu-me uma ideia… Em filmes muito longos (geralmente mais antigos) há pausas no meio, chamadas de intermission, se não me engano. Será que poderia ser dado o mesmo nome para esse tipo de capítulo? rsrsrs

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        • Gabriella Rebeca · agosto 10, 2016

          Olá, Tamires. 🙂
          Bom, por ser um capítulo como outro qualquer não recebe esse nome, mas, como na resposta acima, no comentário do Juan, esse capítulo pode ter características diferentes dos demais.

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  43. Elisiê · janeiro 21, 2016

    Esclarecedor. Objetivo. Obrigada

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  44. ramed ahcor · novembro 9, 2015

    Afinal, esqueceu-se de explicar o que é o PRÓLOGO…
    E assim, não ficou explicada a diferença entre PREFÁCIO e PRÓLOGO!

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  45. Rafael Andrade · junho 23, 2015

    Muito bom! Esclareceu minhas dúvidas!

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  46. Jean Celio Rodrigues · junho 19, 2015

    Muito obrigado!

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